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Festa e Feira dos Vales |
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a festa do povo! |
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Durante o período colonial o mais
destacado das artes plásticas foi a escultura em
talha dourada de tradição portuguesa que
decorava o interior de edifícios religiosos.
Nesse campo sobressaem escultores como Francisco
Xavier de Brito (m.1751), Valentim da Fonseca e
Silva, o Mestre Valentim (c.1745-1813) e Antônio
Francisco Lisboa, o Aleijadinho (1730-1814),
este último responsável por talvez a maior obra
escultória do período colonial: as estátuas dos
profetas no adro do Santuário de Congonhas. Na
pintura foram máximos representantes Manuel da
Costa Ataíde (1762-1830) e José Joaquim da Rocha
(1737-1807), autores de pinturas ilusionistas de
caráter barroco-rococó nos forros de madeira de
igrejas mineiras e nordestinas. Além destes,
destaca-se também a produção de artistas que
durante o período colonial registraram as
paisagens e hábitos locais, como Albert Eckhout
e Frans Post no século XVII, Leandro Joaquim no
século XVIII - considerado o primeiro pintor
paisagista nascido no Brasil - e Jean-Baptiste
Debret no século XIX. A pintura brasileira do
Século XIX é bastante acadêmica, altamente
influenciada pelo trabalho da Missão Artística
Francesa, da qual faziam parte pintores como
Jean Baptiste Debret e Nicolas-Antoine Taunay. A
Escola de Belas Artes fundada pelos membros da
Missão influenciou a arte acadêmica brasileira
do século XIX. Desse período, destacam-se as
pinturas históricas de Vítor Meireles e Pedro
Américo. Já mais perto do final do século
surgiram pintores e escultores filiados aos
últimos movimentos artísticos, importados da
França, como o Realismo (Almeida Júnior), o
Impressionismo, o Simbolismo e a Art nouveau (Eliseu
Visconti)
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